Como funcionam os procedimentos anestésicos

Anestesiologista: conhecendo melhor o trabalho deste profissional

O trabalho do anestesiologista se restringe a anos de estudo para formação acadêmica em medicina e, mais muitos anos de residência médica após a conclusão do curso. Mas, muitas pessoas, principalmente os pacientes, ainda desconhecem a importância desse profissional.

Por a anestesia ainda ser um método que exige grande bagagem do profissional para tomadas de decisões importantes em um curto período de tempo, os pacientes ainda enfrentam bloqueio e preocupação ao passar por um procedimento anestésico.

Essa relação de proximidade com o paciente não existia porque antes o anestesiologista se mantinha apenas nos centros cirúrgicos, deixando à frente de todos os contatos com o paciente para o médico responsável. Mas, nas últimas décadas, o profissional acabou criando uma proximidade maior por meio de visitas pré e pós-cirúrgicas, a fim de mudar esse cenário e trazer conforto e segurança ao paciente.

Importância do anestesiologista em procedimentos de via aérea difícil

Hoje, o anestesiologista se tornou peça fundamental tanto dentro como fora de uma sala de cirurgia. O profissional pode e deve, por exemplo, influenciar na decisão de compra de bons materiais para via aérea difícil.

É por isso que, empresas qualificadas como a Celmat possuem os melhores produtos para via aérea difícil e, irão garantir excelência nos procedimentos cirúrgicos que envolvam anestesia.

A importância do anestesiologista em procedimentos de via aérea difícil

O procedimento de via aérea difícil é considerado um pilar dos treinamentos de anestesia e práticas clínicas.
No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Anestesiologia, cerca de mil profissionais receberam treinamento qualificado focado em manejo das vias aéreas por meio do Advanced Airway Management Program, da Universidade de Stanford.

Mas, ainda sim, nem todos os profissionais possuem capacitação suficiente para tal e, com isso, a taxa de mortalidade acaba sendo elevada por conta de inabilidade de avaliação das vias aéreas da forma correta, ausência de treinamento adequado e de equipamentos de qualidade.

Alguns desses equipamentos como, lâminas, o bougie e o tubo laríngeo mostraram resultados satisfatórios no manejo de via aérea difícil não antecipada e, mais atualmente, dispositivos ópticos também têm sido usados com frequência.

Ainda de acordo com estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Anestesiologista, para conseguirmos o cenário ideal nos principais centros de saúde é necessário um investimento teoricamente baixo para capacitar profissionais e adquirir equipamentos.

Tudo isso, se torna viável com a administração ideal, unindo capacitação, material adequado e de qualidade e o profissional prontamente preparado para o atendimento do começo ao fim!

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