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Carnaval do Rio 2016 enredos

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A Acadêmicos da Rocinha abre a primeira noite de desfiles com o enredo “A nova Roma é Brasil, Brasil é a Rocinha”, do carnavalesco Alex Oliveira, que fala sobre a formação do povo brasileiro, com seus sofrimentos e dificuldades, mas também com alegria e superação. A Rocinha volta à Série A, depois da conquista do título da Série B, em 2015.

A segunda escola a se apresentar é a Alegria da Zona Sul, que vai cantar “Ogum”, o orixá ligado a batalhas e à metalurgia, de autoria do carnavalesco Marco Antônio Falleiros. A escola vai aproveitar a força do orixá para abrir os caminhos, contar sua história e pedir proteção para o povo guerreiro das comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo neste carnaval.

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Com o enredo “Palhaço Carequinha: paixão e orgulho de São Gonçalo. Tá certo ou não tá?”, desenvolvido por Jaime Cezário, a Unidos do Porto da Pedra pretende fazer a plateia relembrar e se divertir com a história de um dos mais famosos palhaços brasileiros.

A Acadêmicos de Santa Cruz vai falar da preservação da natureza e sair em defesa das florestas com o enredo “Diz mata! Digo verde. A natureza veste a incerteza. E o amanhã? (O clamor pela floresta) ”, de Lane Santana e Lucas Pinto.

Para brigar pela vaga no Grupo Especial em 2017, a Unidos do Viradouro vai cantar na avenida a história de um africano nascido há dois mil anos, que depois de fugir de sua tribo se transforma em seguidor de Jesus Cristo. O enredo “O Alabê de Jerusalém: A saga de Ogundana”, do carnavalesco Max Lopes, é baseado na canção de Altay Veloso.

A Renascer de Jacarepaguá vai aproveitar as brincadeiras de criança para saudar as entidades religiosas que se transformaram nos santos Cosme e Damião, protetor da garotada. Com samba de Moacyr Luz, Teresa Cristina e Claudio Russo, a escola vai cantar o enredo “Ibejís – Nas brincadeiras de criança: os orixás que viraram santos no Brasil”, de Jorge Caribé.

Os desfiles de sexta-feira terminam com uma homenagem prestada pela Império da Tijuca ao ator, diretor e crítico de cinema José Wilker. Com “O tempo ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal!”, do carnavalesco Júnior Pernambucano, a escola vai lembrar as personagens mais marcantes da carreira de Wilker.

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